Cinco brasileiros falam sobre experiências no intercâmbio; veja destinos em alta


POR EDUARDO MOURA / REVISTA DA FOLHA DE S.PAULO

Popularizado no século 20, sobretudo no pós-guerra na Europa, o intercâmbio estudantil caiu no gosto nacional. Segundo pesquisa feita pela Associação das Agências de Intercâmbio (Belta), 302 mil brasileiros buscaram vivências educacionais no exterior em 2017, movimentando US$ 2,7 bilhões (cerca de R$ 9 bi) -em 2016, foram 247 mil pessoas e gastos de US$ 2,2 bi (R$ 7,5 bi).

Hoje em dia, o que se entende por “intercâmbio” vai além daquele modelo tradicional no qual dois estudantes de ensino médio de países diferentes “trocam de lugar” um com o outro por um ano letivo. Se realizados no exterior, vivências como cursos de idiomas e profissionalizantes, voluntariado, estágios e até trabalho temporário podem vir sob a alcunha de “intercâmbio”, quando ofertadas por agências.

A modalidade mais procurada pelos brasileiros no ano passado foi curso de idiomas (46,4%), seguido de graduação (11,85%), ensino médio (9,15%) e curso de idioma com trabalho temporário (6,4%).

Coordenada por três professores da ESPM, a pesquisa também identificou o perfil do intercambista: jovem, solteiro e novato no mercado de trabalho. A idade média é de 24,6 anos, e as mulheres são maioria (62%).

Canadá (23%), Estados Unidos (21,6%), Reino Unido (10,2%), Nova Zelândia (6,9%), Irlanda (6,5%) e Austrália (3,6%) mantiveram suas posições de destaque e foram os principais destinos buscados pelos viajantes em 2017. Mas, hoje em dia, também há opções de estudo em locais como Malta, Dubai e Coreia do Sul, que ganham cada vez mais espaço.

Veja experiências de cinco pessoas com o intercâmbio, além de um roteiro com cursos no exterior, no site da Revista da Folha.

Leticia Moreira  – Folhapress

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Leticia Moreira – Folhapress

Fonte: Revista da Folha de S.Paulo